“Comecei a fazer o tratamento em fevereiro deste ano. Durante as sessões, fui percebendo que o medo de dirigir tinha a ver com alguns medos da condução da minha própria vida”, conta ela.
Ao longo do tratamento, que durou dez sessões, ela relata ter entrado em contato com sensações, como vontade de ir embora, raiva, tristeza, angústia, e não economizou no choro. Mas, no fim, compensou.
“Não foi fácil, mas consegui me resolver com todas essas questões. Notei até que fiquei com mais ritmo para dançar e fazer minhas aulas de hidroginástica. E mais: descobri que dirigir é uma delícia! Adoro e me sinto superindependente. Agora estou doida para viajar de carro dirigindo”, sonha ela.
Por: Raquel Sodré




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